Dr. Alexandre Ferreira · Médico Radiologista · CRM-PR 24665 · RQE 19819
Em 2026, o CFM autorizou o uso clínico do PRP na prática médica, encerrando mais de uma década de restrição. Até então, a Resolução CFM 2.128/2015 tratava o PRP como prática experimental, permitida apenas em protocolos de pesquisa.
Com a nova liberação — e o enquadramento da Anvisa do PRP como manipulação mínima — a prática se torna acessível para consultório e clínica. A diferença está em aprender a aplicar com precisão, guiado por imagem, e não "no chute".
Cada aplicação é conduzida com visualização em tempo real — a diferença entre "injetei em algum lugar" e "depositei exatamente na lesão".
Preparo, centrifugação, ativação e aplicação — os dois métodos regenerativos com maior evidência atual, de ponta a ponta.
O procedimento acontece de verdade, sob supervisão direta — por isso a turma é pequena.
Dois dias — sexta para construir a base teórica e ver os procedimentos ao vivo, sábado para aplicar de verdade.
O PRP não regenera cartilagem desgastada nem "cura" artrose. Ele reduz dor, melhora função e modula inflamação em pacientes selecionados, dentro de um programa completo de reabilitação.
A prática é em pacientes reais, então o número de alunos por turma é restrito por design — não por marketing.